quarta-feira, 2 de julho de 2014

A cara da direita

Em 2005, embora sem pretensões de ser eleito, me lancei candidato à Presidência da Câmara dos Deputados com a intenção de evitar a eleição do candidato do Governo, o então deputado Luiz Eduardo Greenhalg (PT-SP).



A imprensa não quis me atribuir os louros da vitória, mas me considerei o grande vencedor.
Nos 10 minutos em que tive direito a usar da palavra mostrei a real face do candidato do governo petista, escalado no passado para impedir o esclarecimento do sequestro, tortura e execução do prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel. Após minha intervenção, foi evidente a mudança de votos de muitos deputados, evitando um mal maior. Severino Cavalcanti foi eleito no 2º turno.
Hoje, a minha visão sobre política é bem definida. Se este governo conseguir mais um mandato, o que de .melhor. nos poderá acontecer será, ainda em 2015, nos transformarmos numa Venezuela e de pior, numa Cuba.
Entretanto, entendo que os desvios bilionários dos companheiros., dos malfeitos na Petrobras e na Eletrobras, além de verdadeiro assalto aos Fundos de Pensões, só não são piores do que o roubo da nossa liberdade que se avizinha.
Minha preocupação é fundamentada em fatos históricos, pois não há notícia de qualquer país sob regime socialista/comunista que seu povo tenha razoável nível de desenvolvimento em educação, saúde e renda, ou gozem de qualquer autonomia.
Os livros escolares impostos pelo MEC, com frases e gravuras que pregam ser o capitalismo o inferno e o socialismo o paraíso, estão .envenenando. 30 milhões de crianças do ensino fundamental.
Abominam a propriedade privada, o lucro, o livre comércio e a meritocracia.
Meu nome, sem qualquer dúvida, encarna o sentimento daqueles que não suportam mais:
* o PT e demais partidos de esquerda;
* a desvalorização das Forças Armadas;
* o politicamente correto.;
* a altíssima carga tributária;
* a política externa aliada com ditaduras;
* o ativismo gay nas escolas;
* o desarmamento dos cidadãos de bem;
* a falta de política de planejamento familiar;
* as invasões do MST;
* a indústria. de demarcações de terras indígenas;
* a não redução da maioridade penal;
* o não reconhecimento da vital importância dos ruralistas e do agronegócio no desenvolvimento do País;
* a política de destruição de valores morais e familiares nas escolas;
* a ausência da pena de morte, prisão perpétua e trabalhos forçados para presos (ainda que consideradas cláusulas pétreas na Constituição);
* a manutenção do exame de ordem da OAB, nas condições atuais;
* as cotas raciais, que estimulam o ódio entre brasileiros e que, em muitos casos, são injustas entre os próprios cotistas;
* a Comissão Nacional da (in)Verdade, que glorifica terroristas, sequestradores e marginais que tentaram implantar, pelas armas, a ditadura do proletariado em nosso país;
* o Marco Civil da Internet, cuja regulamentação por decreto, inicia a censura virtual;
* o Foro de São Paulo onde ditadores e simpatizantes se acoitam por uma hegemonia marxista na América Latina;
* a liberação de recursos pelo BNDES para construir Porto em Cuba e metrô na Venezuela, assim como perdões de dívidas de ditadores africanos;
* as escolas com professores desprovidos de meios para exercerem sua autoridade;
* a ajuda financeira de mais de R$ 1 bilhão por ano à ditadura cubana via contratação de mão de obra escrava pelo programa .mais médicos.;
* os programas Bolsa Família como curral eleitoral e .Brasil Carinhoso que estimula a paternidade irresponsável;
* o Ministério da Defesa chefiado por incompetente civil como se não houvesse um oficial general de quatro estrelas qualificado e confiável para o cargo;
* o Código Penal que não garante punições justas para os criminosos;
* a invasão e ocupação de terras e prédios públicos e privados por movimentos ditos sociais, sem legislação eficaz que puna tais práticas;
* a obstrução de vias públicas e queima de ônibus por qualquer motivação;
* a priorização na política de direitos humanos para criminosos em detrimento das vítimas, dos policiais e dos cidadãos de bem;
* as indicações políticas para cargos da administração pública.

Creio que minha candidatura ao cargo de presidente da República seria o .fiel da balança.para a garantia de um 2º turno, comigo ou entre outros candidatos.
Não há preço que pague um debate meu com Dilma Rousseff, a pseudo torturada, cujo primeiro marido sequestrou um avião e rumou para Cuba com uma centena de reféns e o segundo (marido), que com ela passou a lua de mel assaltando caminhões na Baixada Fluminense.
Afinal, seu passado não pode continuar sendo ocultado da população brasileira, bem como seu desserviço para a democracia.
Se um dia jurei dar minha vida pela Pátria, se preciso fosse, a perda do meu mandato de deputado federal é muito pouco para evitar a cubanização do Brasil, fato mais que provável, caso o PT vença mais uma eleição.
Em 23 de abril passado protocolei Ofício junto ao Partido Progressista, colocando-me à disposição para concorrer ao cargo de presidente da República e para que meu nome fosse enviado para os institutos de pesquisa eleitorais, sendo o único candidato que, verdadeiramente, assume de peito aberto uma oposição às políticas do PT/PMDB e a chamada "base alugada".

Jair Bolsonaro - Deputado Federal

* Capitão da Reserva do Exército Brasileiro

sábado, 21 de junho de 2014

Apelo aos jovens

Queridos jovens:

Sei que, assim como nós, mais velhos, vocês estão desiludidos com a política e com os políticos. Concordo. Mas peço-lhes: não deixem de votar, pois com o nosso voto temos chance de tirar os maus profissionais que há anos legislam em causa própria. 

Também concordo que não temos muitas opções, pois até agora os que se apresentam tem currículo não compatível com os cargos que almejam. Mesmo assim, escolham um menos ruim.



Outra sugestão: lancem-se candidatos para permitir a renovação. Não se filiem a sindicatos, entidades estudantis ou partidos que acolhem aqueles em fim de carreira, cujo interesse é somente agregar um pró-labore e engordar seus vencimentos.Por favor não se contaminem.

Se querem um país melhor, mostrem seus rostos e participem. Vocês são a esperança de um BRASIL justo, sem malfeitos. Os mais velhos agradecem.


Mais uma coisa: não se iludam com as pesquisas de intenção de voto.



Transcrição da carta da coluna dos leitores de um jornal, cujo teor concordo plenamente e por isso faço dessas as minhas palavras para sensibilizar os eleitores, principalmente os mais jovens sobre a importância do voto consciente.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Alteração na jornada de aeronautas é aprovada na CAS

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta quarta-feira (4) em primeiro turno projeto substitutivo do senador Paulo Paim (PT-RS) ao PLS 434/2011 que disciplina a profissão de aeronauta – pilotos, copilotos, comissários e mecânicos de voo – e regula a jornada de trabalho desses profissionais. O texto será submetido a segundo turno na próxima reunião da CAS e ainda poderá receber emendas.
O projeto especifica as atribuições dos profissionais de aviação e estabelece regras para a elaboração das escalas de trabalho dos aeronautas. O texto introduz modificações nas normas que regem o período de sobreaviso, folgas, tempo de adestramento em simulador e limites de tempo de vôo e de pousos permitidos para uma jornada.
Pelo texto, o número de folgas mensais, por exemplo, sobe para 12. Atualmente, segundo a lei que regulamenta a profissão (Lei 7.183/84), esses trabalhadores têm, no mínimo, 8 dias de repouso remunerado por mês.
Nos meses de janeiro, fevereiro, julho e dezembro, considerados alta temporada, será permitido que o número de folgas mensais caia para 10, conforme o texto aprovado.
Segundo o relator, senador Paulo Paim,  verifica-se uma distorção entre a quantidade de folgas dos aeronautas e dos trabalhadores da maioria das categorias. Os trabalhadores de outras categorias possuem em média 119 folgas por ano, das quais 102 folgas em finais de semana, acrescidas de mais 17 folgas nos feriados nacionais, estaduais ou municipais. Os aeronautas atualmente gozam apenas 96 folgas anuais, gerando um déficit de 23 folgas anuais.
— Nossa principal preocupação é com a segurança do voo. Recentemente, em fórum da International Civil Aviation Organization (Icao), dados apresentados por empresa aérea brasileira demonstraram que 78% dos erros cometidos por pilotos estão diretamente relacionados à fadiga – assinalou Paim.
Para elaborar o texto, Paim ouviu aeronautas e empresários do setor de aviação.  O senador observou que a Lei atual (Lei 7.183/1984) está defasada e precisa de modernização. Há 30 anos, não haviam voos noturnos, por exemplo. Atualmente pilotos chegam a encarar voos por três madrugadas consecutivas.
Paim observou que os conceitos do programa de gerenciamento de risco da fadiga, aprovado pela Autoridade de Aviação Civil, possibilitam às empresas flexibilizarem alguns limites como o numero de madrugadas trabalhadas consecutivamente e o limite de horas de voo e as jornadas diárias de trabalho de seus tripulantes.
Remuneração
A proposta também estabelece uma remuneração adequada para o aeronauta que está à disposição da empresa em atividades de solo (como treinamentos, cursos de reciclagem).
— É pratica comum entre as empresas fazerem com que seus funcionários tenham jornadas de trabalho no limite do permitido em lei [11 horas], porém produzindo de duas a três horas de voo. Em suma, o tripulante encontra-se à disposição da empresa, em local por ela determinado, pronto para assumir nova tarefa, não sendo, contudo, devidamente remunerado - observou.
No projeto, Paim estabelece que  as horas de sobreaviso serão pagas  como horas de voo, à base de um terço do valor da hora normal; e, no período de tempo entre o início do sobreaviso e o horário da apresentação do tripulante no local estipulado pelo empregador, quando convocado para uma nova tarefa.
— Ajustou-se diversas irregularidades que não são devidamente contempladas pela legislação atual, corrigindo-se distorções inerentes ao pagamento por quilometragem, padronizando a metodologia  remuneratória das empresas aéreas para uma métrica que leve em conta a quantidade efetiva de trabalho realizado – disse Paim.
Proposta original
Ao apresentar a proposta,  Blairo Maggi observou que a legislação relativa à jornada de trabalho da categoria está desatualizada, bem como possui rigidez excessiva. A proposta original estabelecia jornada de 14 horas horas, se o profissional for integrante de uma tripulação mínima, simples ou composta.
A nova versão recebeu uma série de elogios dos parlamentares. O senador Sérgio Petecão (PSD-AC) criticou a pressão de sindicalistas para a votação apressada do texto.
A votação da proposta foi acompanhada por entidades de representação de classe do país: Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), Associação Brasileira de Pilotos de Aviação Civil (Abrapac), Associação dos tripulantes da Gol (Asagol), Associação dos tripulantes da Tam (ATT) e Associação Brasileira de Pilotos de Helicópteros (Abraphe).
— Eles [aeronautas e empresários] não fecharam acordo total, mas entendem que é um avanço. Há acordo para mudanças na Câmara – ponderou Paim.
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

terça-feira, 3 de junho de 2014

Data das Eleições 2014

O 1° turno ocorre no dia 5 de outubro de 2014 e o 2° turno será no dia 26 de outubro de 2014.Confira as próximas datas importantes do calendário eleitoral:
Data
Evento
10 a 30 de junho
Devem ser realizadas as convenções para a escolha dos candidatos
5 de julho
Data limite para os registros dos candidatos, pelos partidos ou coligações
6 de julho
Início da propaganda eleitoral
15 julho a 21 agosto
Período para se habilitar ao voto em trânsito
6 de agosto
Data limite para o eleitor que estiver fora do seu domicílio eleitoral requerer a 2ª via do título
23 de setembro
Data limite para o eleitor requerer a 2ª via do título dentro do seu domicílio eleitoral
5 de outubro de 2014
Primeiro Turno
26 de outubro de 2014
Segundo Turno

Uma república socialista?

Se os serviços públicos são geridos por empresas particulares, ou pelo governo, é uma questão de eficiência. Não é de ideologia política. Mas não esqueçamos que os serviços públicos “gratuitos” alguém os precisa pagar. A passagem de ônibus eu posso pagar do meu bolso, diretamente para a companhia particular, que presta esse serviço. Ou eu entrego essa mesma contribuição ao governo, para que ele a administre. Não existe jantar gratuito. O socialismo sempre fascinou a mente humana, porque parece ser mais justo, e atender melhor à parte mais pobre da humanidade. Isto, precisamente, sempre foi o ponto fraco do capitalismo: não ter plano de salvação para os perdedores. Mas o socialismo carrega consigo uma mancha execrável. Não é capaz de respeitar o que é inerente ao ser humano, que é a sua liberdade. Como não conseguirá jamais se estabelecer com a concordância dos cidadãos, precisa se impor à força. As cabeças de quem pensa, e é cioso em permanecer livre, rolam inexoravelmente. Esse regime é o mais catastrófico da história, tendo assassinado mais de 80 milhões de rebeldes. Tornou-se uma mancha na história da humanidade.
No Brasil, alegremente estamos correndo para os braços das ditaduras. Sem pejo nenhum, e sem falsete no rosto dos nossos dirigentes, temos relações diplomáticas preferenciais com nações, onde as liberdades individuais são uma quimera. As visitas oficiais a certos países, de visceral princípio socialista, são uma constante. A importação de médicos estrangeiros (não quero duvidar de sua competência profissional), tem como objetivo acostumar nossa população com as belezas do socialismo. Os gastos financeiros com doações em favor de nações mais pobres (todas socialistas), são uma constante. Os Black Blocs, quebrando com grande satisfação os Bancos, mostram que já estão infectados com esse vírus, francamente anti-livre mercado. Os que querem os serviços públicos todos gratuitos, vivem de um delírio deplorável. Tudo está sendo feito à luz do sol. Os condutores da nação terão o direito de dizer: “eu avisei”. É muito provável que entre os condenados pelos crimes do mensalão, já se encontrem aqueles que, no futuro, serão os dirigentes da Nação.


Não é necessário ser muito esperto para entender o acima exposto, já está aí faz tempo, se solidificando a cada dia.

Somos o que fazemos repetidamente. Por isso o mérito não está na ação, e sim no hábito. (Aristóteles)

O que mais me preocupa é saber que muita gente, com razoável nível de cultura, ainda apoia e acredita nessa quadrilha.


Não tenho dúvida de que “nunca na história deste País” um grupo se instalou para roubar tanto. Não sei até quando o Brasil vai aguentar.


Por Dom Aloísio Roque Oppermann, Arcebispo Emérito de Uberaba (MG)